02/05/2015

[Minhas Histórias]-Planeta Inferno

Yo!
Eai,pessoal!Sentiram minha falta não mesmo? Cara eu tô irritada, tem um boy aqui na minha rua tocando "Bilu,bilu,bilu" do Pablo, e eu não gosto dessa música. Eu simplesmente não gosto, é só opção minha mesmo. E eu estou em busca do disco do Characters do Diabolik Lovers, sendo que eu só tenho três, e ainda estão faltando mais 3 (seis irmãos, entenderam?).
Hoje vim aqui para publicar minha nova história, "Planeta Inferno" e seus dois primeiros capítulos. Deixarei o Gênero, Classificação I. e Sinopse, fora a história. Prontos? Sejam bem-vindos a minha história!

 
 SINOPSE
Margaret e Alice andavam pelos corredores da Rockpet, a escola onde ambas estudavam. As duas tinham 17 anos de idade e cursavam o 3º ano do ensino médio, e estavam realmente bem perto de vivenciar a sonhada formatura.Elas andaram um pouco mais e finalmente se separaram. Alice reparou um pouco e sua blusa quando notou uma espécie de sussurro sombrio e nem um pouco nítido.Por curiosidade, Alice foi se aproximando do sussurro, até que do nada ele desapareceu.Os sussurros pararam por um momento.Quando se virou, vários espinhos a acertaram, causando uma dor indescritível. Logo depois, mais caules cheios de espinhos a cercaram.
E assim começa a história de Alice, Margaret, William e Jonh, em busca da liberdade do planeta inferno.


Classificação: +16
Gêneros: Ação, Death Fic, Drama, Tragédia
Avisos: Mutilação, Violência, Linguagem Imprópria

CAPÍTULO 1-Sejam Bem-Vindos ao Planeta Inferno

–ARGH!Inferno!Eu odeio isso!
–Calma Alice. Você não acha que está violenta demais?
Margaret e Alice andavam pelos corredores da Rockpet, a escola onde ambas estudavam. As duas tinham 17 anos de idade e cursavam o 3º ano do ensino médio, e estavam realmente bem perto de vivenciar a sonhada formatura. A conclusão de 12 anos de estudo finalmente estava chegando. Sobre o quê Alice estava falando? Estava reclamando do fato de ter que ir buscar um B.O (Boletim de Ocorrência) por uma coisa que ela realmente não tinha feito.
–Como você quer que eu me acalme? Aquele nojento do Jonh me encrencou, e eu nem sei a gravidade do que ele me meteu. Acalmar-me agora é uma coisa meio difícil, não acha?
–Mesmo assim. Não está vendo que é justamente isso que ele quer? Te provocar para obrigar a diretora a te deixar fora da formatura por conta de indisciplina?
–É mesmo. Eu não tinha pensado por esse lado. Mas eu não posso ficar calma, Meg.
–Olha, relaxa e respira. Tudo vai ficar bem, ruivinha!
–Valeu “Barbie”.
As duas foram rindo até a sala da diretora, onde trocaram seus rostos risonhos por faces cabisbaixas.
–Senhorita Hampshort, estou aqui para que você assine seu boletim de ocorrência o mais rápido possível. Devo dizer que estou decepcionada. Nunca pensei que você, uma das melhores alunas do 3º ano seria capaz de empurrar uma pobre menina cega no chão.
A menina cega de quem ela falava se chamava Ellen, com quem Jonh tentou alguma coisa, mas ela o rejeitou, sensatamente. Ele, por vingança, a empurrou e colocou a culpa na primeira pessoa que ele viu pela frente- no caso, Alice.
–Diretora Dempert, a senhora pode não crer na minha palavra, mas eu insisto que não fui eu. Mas, como não me cai bem insistir com você, assinarei para evitar transtornos.
Helena assinou a ficha e deixou a diretora para trás, fazendo com que a mesma transformasse sua face em uma carranca furiosa.
–Você assinou?-Perguntou Margaret, preocupada.
–Sim, assinei. Não gosto de injustiças, mas sou sensata. Não quero dar o gosto da revolta a diretora, já que a mesma não se agrada nem um pouco com a minha presença e faz de tudo para complicar minha vida. Só não sei o porquê disso.
–Realiza amiga! Ninguém entende a diretora, e está longe de existir alguém que entenda.
–Nesse ponto, você falou uma das verdades mundiais.
Elas andaram um pouco mais e finalmente se separaram. Alice reparou um pouco e sua blusa quando notou uma espécie de sussurro sombrio e nem um pouco nítido.
V...a .. ......
–Quem está aí?
Não obtendo resposta, se virou com a intenção de ir embora, quando o sussurro ficou mais nítido.
Venha a.. pl... ....ferno
–Mas quem será que está sussurrando.
Por curiosidade, Alice foi se aproximando do sussurro, até que do nada ele desapareceu. Novamente, ela se virou para ir embora, até que mais sussurros macabros começaram a surgir:
Alice... Alice... Era uma vez uma linda estudante, considerada a melhor da sala... Hi, Hi ,Hi, Hi.
–Quem é?
Essa estudante, um dia, andou sozinha e desprevenida, coitadinha...
E se esqueceu que nas mais profundas sombras...
O MAL A VIGIA...
–Jonh, se for você, pare com isso.
Então, um dia, espinhos malvados a pegaram... A pobrezinha realmente era sem sorte.
–PARA, JONH!
Os sussurros pararam por um momento. Alice respirou um pouco mais aliviada, deu um passo à frente, quando notou um caule repleto de espinhos rodeando sua bota.
–Mas o que é isso?
Quando se virou, vários espinhos a acertaram, causando uma dor indescritível. Logo depois, mais caules cheios de espinhos a cercaram, sufocando-a e fazendo seus braços e pés sangrarem e saírem do lugar.
–NÃO!PARE!O QUÊ É ISSO?MEUS DEDOS, MEUS CORPO. O QUE ESTÁ FAZENDO COMIGO?
Rapidamente, algo começou a puxa-la para baixo, lhe causando dor e agonia
Pobre Alice. Agora, fará companhia aos amiguinhos dela, ao lado dos lordes.
Alice acordou em uma tapera, com uma cama feita de feno.
–Onde eu estou- se questionou, abrindo a porta. Encandeada por causa da luz do ambiente, voltou seu rosto para o céu, onde enxergou uma lua vermelha com o céu negro- Mas o quê é isso?
Quando se voltou para a direita, enxergou alguém correndo.
–MARGARET?
–ALICE, CORRE!
Quando ia perguntar o porquê, uma matilha de uns cem lobos estava atrás de Meg. Alice começou a correr como um raio. Quando numa certa distância os lobos sumiram, apavorada, Alice se dirigiu a Margaret em um tom raivoso:
–VEM CÁ, VOCÊ PODE ME EXPLICAR O QUE ESTÁ ACONTECENDO?
–TAMBÉM NÃO SEI!TUDO O QUE EU ME LEMBRO É DE ALGUM SUSSURRO ESTRANHO QUE VINHA DA PISCINA, E QUANDO CHEGUEI LÁ, ALGUMA COISA ME EMPURROU E EU ME AFOGUEI, NÃO ME LEMBRO DE MAIS NADA, EU JURO!
Alice notou semelhança com o que acontecera com ela. Mas afinal, o quê era aquilo?
Caminharam mais alguns quilômetros, até chegar à entrada da cidade onde as duas estavam. Na entrada, estavam por volta de 50 cadáveres putrefatos.
–Urgh!Eu odeio cheiro de mortos- disse Alice
–E eu odeio lobos- disse Meg.
Um pouco perto dali, as duas ouviram passos constantes. Alice pegou uma pistola que, ocasionalmente, achou no chão.
Que tipo de experiência você tem com armas, Alice?
–Fora a dos games de tiro, nenhuma.
Ambas estavam sussurrando. Quando ela notou que os passos aumentaram de volume, rapidamente ergueu a pistola e apontou para que aparecesse. Era William, seu colega de classe e parceiro de certo trabalho de história, que estava com um katana, mas isso não vem ao caso:
–Will?
–Alice? Mas o quê você está fazendo aqui?
–Se nem eu mesma sei. E você, como chegou aqui?
–Bem, eu comecei a ouvir uns sussurros estranhos na quadra, quando fui ver, você, a Margaret e o Jonh estavam estendidos, quando vespas vieram pra cima de mim, enquanto em corria... Não é uma sensação muito boa, acredite.
–Bem, acredito... espera aí!
Ela notou uma pessoa atrás de William. Era Jonh.
–MAS O QUÊ ESSE MISERÁVEL ESTÁ FAZENDO AQUI?
–Dê chilique não...
–Você não está em poder de decidir nada. Por sua causa, eu levei uma advertência por empurrar uma menina cega, sendo QUE VOCÊ SABE QUE NÃO FUI EU!!!
Disse Alice, colocando Jonh contra a parede e apontando a arma para a cabeça dele. Apavorado, ele disse:
–M-mas não foi v-você me-mesmo?
–OLHA AQUI, REZE PARA QUE EU DESISTA DE DAR UM TIRO AGORA NESSA SUA CABEÇA OCA!
–Alice-disse William-não estamos em condições para matar todos que encontrarmos ok? Se quiser, o mate, mas quando descobrirmos onde estamos e poder sair daqui!
–Ele tem razão, Alice. Se o matarmos, mesmo que ele seja um inútil, vai ser menos um para ajudar.
Disse Meg, concordando com Will.
–Tudo bem. Parei. Mas que diabos é esse lugar hein?
–POR DEUS, QUE SERES HUMANOS INÚTEIS! Disse uma voz feminina
–HÃN? Disseram todos em coro
–LUXERION, ESSES SERES HUMANOS QUE VOCÊ ARRANJOU DESSA VEZ SÃO PIORES QUE OS ÚLTIMOS!
–Me perdoe Lávaro, mas foram os que eu encontrei. Você está reclamando de barriga cheia!
–Que falta de educação nossa, nem nos apresentamos para os novatos.
–Ah! Disse uma mulher gorda, com a boca cheia- é mesmo, que falta de educação.
Sete figuras surgiram do céu escuro, se apresentando um á um.
–Meu nome é Luxerion- disse uma mulher loira de olhos azuis, que ostentava mil e uma jóias em seu corpo.
–Meu nome é Gully- disse a mulher gorda, que mais parecia um tonel de vinho com macarrão na cabeça.
Ainda se apresentaram Lávaro, um homem ranzinza com roupa belíssima com um gigantesco saco de ouro na cintura, Revejja, uma mulher que apontava mil e um defeitos nos jovens, Órbie, uma mulher que olhava para os jovens com um completo desprezo, Sireno, um belo rapaz que aparentava sempre estar cansado e Megera, uma mulher que vivia com raiva, toda ensanguentada, dando medo em todos. Após as devidas apresentações, as sete figuras disseram em coro:
–SEJAM TODOS BEM-VINDOS AO PLANETA INFERNO!

CAPÍTULO 2-A Província do Limbo

–O quê exatamente são vocês?
Alice é apenas uma estudante normal do 3º ano do Ensino Médio junto com seus melhores amigos Will e Margaret e seu odiado aliado Jonh. Ambos os quatro sofreram fatalidades causadas pelo sobrenatural dentro da escola, e agora se encontravam em um mundo repleto de caos, lobos, mortos e mortos-vivos. Eles agora se deparavam com sete figuras muito estranhas que se chamavam:
Luxerion- Uma bela mulher loira que ostentava diversas joias e um rico vestido vermelho;
Lávaro- Um homem ranzinza que andava com roupas caríssimas, com um saco gigantesco de dinheiro em cada lado de seu cinto;
Gully- Uma mulher gorda e mal educada, que vive de boca cheia e se fartando, parecendo que nunca comeu na vida;
Revejja- Uma mulher alta, com longos cabelos, uma coroa no topo da cabeça que olhava para todos com desprezo e apontava todos os defeitos possíveis em qualquer pessoa, que andava para cima e para baixo com um cetro de ouro;
Órbie- Uma mulher baixinha que era horrorosa, andando com seus sete espelhos para cima e para baixo e demonstrando seu ego de uma maneira bastante clara;
Sireno- Um rapaz tão belo quanto o próprio Narciso, porém dormia o tempo todo, demonstrando uma acomodação digna de rei;
Megera- Uma mulher assustadora. Pálida como a neve, só andava de branco, com suas roupas ensanguentadas e xingando a tudo e a todos.
Luxerion, com um tom de superioridade, pediu a seus companheiros que se retirassem, para que ela pudesse conversar á sós com os jovens e explicar-lhes a situação.
–Serei rápida e clara, não tenho muito tempo aqui. Meus jovens devo-lhes dizer que vocês, apesar de aparentar, não estão mortos. Vocês estão no planeta inferno, que surge quando nós, as representações dos nove pecados capitais, ligamos suas mentes umas as outras, fazendo surgir todo este caos que vocês presenciam. Os nomes que carregamos já dizem a qual pecado nós servimos. Eu sirvo a Luxúria, por exemplo. Agora, vocês não se encontram em nenhuma província capital. Estão na entrada do Limbo. E sim, existe uma só maneira de todos vocês escaparem.
–Então diga- falou Alice, absurdamente irritada- nós não queremos permanecer nem um minuto a mais aqui.
–Calma pequena mortal. Eu direi. Se vocês não fraquejarem a influência de cada província, matarem todas as nove representações e quebrarem o portal do inferno poderão ficar livres. Atualmente vocês se encontram em coma no mundo onde vocês vivem. As fatalidades que sofreram nada mais foram do que uma simples ilusão elaborada por mim para fazer com que vocês adormecessem.
–Só existe uma coisa que ainda não está clara. Por que você escolheu a nós para vivermos neste lugar infernal até a última “província”, como você disse?
Indagou Will
–Não existe nenhum motivo específico. Escolhemos vocês como se escolhêssemos qualquer pessoa. Foi aleatório, porém, vimos que vocês quatro tinham história juntos, então seria muito melhor morrer com os amigos do que sozinho, não acham?
–Eu vou MATAR ESSA VAGABUNDA!
Alice partiu para cima de Luxerion, que se dispersou em fumaça, voltando ao normal logo em seguida, fazendo com que Alice caísse no chão.
–Vejo que estava enganada-falou Luxerion, em um tom de desânimo-quando escolhi você Alice, pensei que fosse uma pessoa de ideais, controlada, que seria perfeita para me enfrentar, mas vejo que me precipitei. Você é tão fraca quanto qualquer ser humano que se dispõe a vir aqui.
Luxerion sumiu, deixando a face de Alice como a de uma carranca furiosa. Logo após o sumiço de Luxerion, a cidade vermelha começou a tremer, como em um terremoto, e começou á cair meteoros de fogo daquele escuro e profundo céu. Mais que do nada, demônios de faces medonhas com armas de fogo na mão, começaram a perseguir os quatro jovens.
–E agora, o que vamos fazer?
Falou Margaret, sendo respondida por Jonh, que já tinha certa experiência em fugir de coisas assim:
–Podemos escapar pelo esgoto!
–Cabeçudo, estamos no inferno, você acha mesmo que aqui tem rede de esgoto?
Falou Alice.
–Você tem uma ideia melhor? Estamos sendo perseguidos por capetas que usam AK47 e RPG’s, se você tiver uma ideia melhor, então fala logo, ou entra no esgoto!
Falou Jonh, deixando Alice sem escolhas e sem palavras. Ela entrou no esgoto, muito a contragosto. Não porque ela tinha nojo do esgoto, mas sim porque a ideia vinha de Jonh. Os quatro seguiram pelo esgoto, até não ouvir mais os resmungados que os demônios faziam.
–Acho que já podemos sair, não é Jonh? Disse Meg.
–Não sei, é melhor olharmos.
Cuidadosamente, Jonh levantou a tampa de bueiro mais próxima e viu que a cidade vermelha estava toda iluminada por tochas e o céu dava um contraste roxo-velho no mundo. O pior é que aquilo não parecia mais a cidade que os quatro estudantes moravam-parecia a PRAIA.
–Mas o quê é isso?
–Será que já saímos de província?
Perguntaram William e Jonh, respectivamente.
–A Luxerion falou que estávamos na entrada do Limbo, então, isso daqui deve ser o Limbo.
Então, uma voz áspera e distante gritava á plenos pulmões:
–ANDEM LOGO SEUS (cof,cof) BASTARDOS. EU NÃO (cof,cof,cof,cof) TENHO TEMPO!
Quando os quatro jovens olharam para o homem que falava alto, reconheceram com espanto que era o zelador da escola, conduzindo um barco.
–SENHOR MINZELAFT?
Disseram todos em coro.
–Mas o quê esse velho tá fazendo aqui?
–Meça suas palavras, Jonh. Eu vou falar com ele.
Alice se dirigiu para perto de August Minzelaft, e se dirigiu com todo respeito:
–Boa noite, senhor Minzelaft! O quê o senhor está faz...
–ME CHAMOU DE (cof,cof,cof) O QUÊ?
Alice se assustou com o comportamento do zelador, que lhe falou uma coisa mais espantosa ainda:
–EU SOU (cof,cof,cof,cooof,cof,cof) CARONTE!
–É o quê, meu velho?
Falou Jonh, lá longe do barco.
–ANDEM (cof,coooof)! Tenho que leva-los á Minos!
–A quem? Perguntou Meg
–MINOS, O JUIZ DOS MORTOS, SUA JUÍZO DE PASSARINHO!
–Tá, já entendi.
Os cinco fizeram a travessia pelo rio dos mortos, que era tão escuro que o céu refletia as estrelas na água. Em certo ponto, braços começaram á sair da água. Gemidos assustadores começaram a ecoar no longínquo caminho, causando um pavor sem tamanho. Os braços começaram a balançar o barco, como quem quisesse que eles caíssem na água.
–CARONTE, FAÇA ALGUMA COISA!
Resmungou Alice, sendo apoiada por seus colegas.
–Eu não vou fazer nada. Os braços desses daí me pediram a mesma coisa, e acabaram caindo no rio. Se não quiserem o mesmo destino, façam alguma coisa vocês.
Respondeu Caronte, com uma voz mais lisa e jovem.
–Se você não vai fazer nada- disse Margaret, retirando uma espada de uma mão que ela viu no bolso de Caronte- nós faremos. ARRANQUEM ESSES BRAÇOS DE CIMA DO BARCO!
Os quatro jovens atiraram e arrancaram os braços de cima do barco, causando um banho de sangue no rio, que de preto, foi ficando vermelho rubro. Continuaram arrancando os braços, até que quando o barco aportou, Caronte sumiu. Jonh e Margaret foram atrás, conversando aliviados, e nem notaram que dois braços maiores os seguram. O primeiro braço agarrou um dos braços de Jonh delicadamente e o arrancou. O segundo puxou a perna de Margaret como um crocodilo que deseja dilacerar sua vítima e retirou sua perna fora, da maneira mais brutal que você conseguir imaginar. Alice e Will, que estavam na frente, só ouviram os berros de seus amigos, que agora estavam em desvantagem, por terem um braço e uma perna a menos.
–MEG! VOCÊ TÁ LEGAL, AMIGA?
–Tão legal quanto uma sardinha dentro de uma lata.
Alice se dispôs a levar a amiga nas costas, mas ela não quis. Já que ela e Jonh tinham um membro a menos, os dois poderiam se virar sozinhos. Will disse a mesma coisa a Jonh, mas ele concordou com Margaret. Eles não queriam ser um peso a mais.
Os jovens caminharam até que ouviram marteladas de martelo de madeira e um homem com uma voz encantadora gritando, aparentemente, nomes de pecados capitais:
–LUXÚRIA...GULA...AVAREZA...TRAIÇÃO...VIOLÊNCIA!!!
Eles viram almas sendo jogadas por demônios enormes em nove buracos, de acordo com o que ele falava.
–Esse deve ser o tal do Minos.
Disse Jonh, segurando Margaret com seu único braço.
–Vocês podem ir. É melhor nos deixarem aqui, não queremos atrapalhar, certo Jonh?
Indagou Meg.
–Ela tem razão, vocês dois são bons de briga, podem se virar sem nós.
Respondeu Jonh. Will e Alice foram, preocupados com os amigos, tendo só uma espada cada e uma pistola. Alice se aproximou de Minos, que era um gigante de cabelos prateados e rosto humano. Ela falou com ele por alguns instantes, não obtendo resposta. Até que ela tocou no assunto da perda de membros de seus amigos. Minos se levantou da cadeira, e falou em um tom sarcástico:
–Esses seus amigos são aqueles que eu mandei os estúpidos dos meus espectros matarem, e eles só arrancaram dois membros?
O sangue subiu a cabeça de Alice, que se acalmou, raciocinando como ela poderia matar Minos, enquanto ele falava sozinho. Ela pensou o seguinte: Já que Minos é enorme e seria difícil mata-lo por fora, porque não mata-lo por dentro?
Alice falou de seu plano para William, discretamente. Ele, preocupado com a amiga, perguntou:
–Você tem certeza do que quer fazer?
–Só o distraia. Irei subir pelo estômago, serei engolida de propósito e o retalharei por dentro.
–Mas como é que você vai escalar um bicho com bem uns cinco metros de altura?
–Queridinho- falou Alice, se distanciando de Will- não sei se você lembra, mas eu sou presidente do clube de ginástica.
Logo após essas palavras, ela seguiu para as costas de Minos, só ouvindo o barulho dos tiros da pistola de Will, e subindo nele. Era como se uma formiga quisesse matar um cachorro, mas a oportunidade que ela tinha era aquela. Depois de bastante tempo, ela chegou à cabeça de Minos e lhe fez um pequeno furo. Minos pegou-a e a engoliu. Quando estava passando pelo esôfago da criatura, atirou na goela e fincou sua espada no esôfago, e foi descendo em alta velocidade, perfurando desde a garganta até o estômago de Minos, onde ela atirou todas as balas que possuía até sair, junto com o intestino de Minos, que morreu por sangramento.
–Urgh. Depois dessa você está precisando de um banho urgente- disse Will.
–E acha que eu não sei?
Disse Alice que estava completamente ensanguentada. De repente, aquela chuva de meteoros começou novamente, e os dois chamaram Meg e Jonh, pulando em um buraco que emanava uma poeira roxa. Era a próxima província: A província da Luxúria.

É issoaí, pessoal! Quem quiser ver a minha conta no Nyah!Fanfiction é só clicar aqui.

Thanks Boys and Girls
Bye,bye

 


 



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